Dois passos e um abismo se aproxima de mim, uma queda sem fim sinto que tudo mudou, dizem que sou o culpado, dizem que sou o próprio mal, é crueldade falar a verdade? é maldade exigir o que lhe foi prometido? duvidas, questões mal respondidas, por que tem que ser o que ele quer? onde esta a liberdade? a queda aumenta, sinto o chão se aproximar abro minhas asas negras como carvão e acompanho as gaivotas em um voo em formação, elas são brancas com bico amarelado, lembro de quando as fizemos pareciam tao pequenas la de cima, encontro um lugar para pousar, uma praia esta deserta e sem vida, a areia branca esta úmida sinto a umidade evaporar com sutileza, sutil foi disso que me chamaram, traidor sutil, mas é ser traidor quando segue seus ideais? por que devo eu levar a culpa se é ele que não segue seus próprios ideais? sinto o cheiro mar, forte como café e suave como uma pena, abro as asas volto a voar é uma cidade, pequena e simples tem uma senhora sendo assaltada e ela me culpa por isso, mas o verdadeiro culpado esta em uma mesa de escritório deixando sem trabalho pais de família, apenas para ter mais lucro, pobres criaturas patéticas, carros freando um acidente, quatro vitimas fatais, duas são crianças, eram lindas como diamante e um casal feliz por passar mais um ano juntos ele ganhou um emprego novo, e agora não poderá mais trabalhar, ouço me culparem outra vez, mas o culpado é um senhor de quase quarenta anos que bebeu e saiu por ai com um veiculo muito mais rápido do que sua mente débil, criaturas inúteis, por que culpam outros pelo que fazem, me sinto decepcionado, me sinto triste, mas de certa forma sou mais lembrado do que aquele que dizem fazer o bem, ele se sente mal por isso, agora me sinto reconfortado, procuro um lugar pra abitar, dizem que moro nas profundezas da terra mas o que faria em um lugar cheio de fogo? não a o que ser feito, olho mais uma vez para as pessoas e me sinto feliz em ouvir seus problemas, então é isso que devo fazer? ouvir reclamações de outros para ser feliz? então é assim que vai ser, na esquina a um bar, pequeno e aconchegante, paredes negras como a noite, cadeiras velhas como o mundo e uma placa de venda pendurada com pichações recentes, uma ideia passa em minha mente irei comprar, esconderei minhas asas e aqui irei abitar, humanos precisam de bar para desabar de milhões de formas diferentes o quanto são inúteis, então e assim que sera, e quando você quiser desabafar seja bem vindo a meu humilde bar.
Ola Leitores, Desta vez, Será um conto um pouco diferente dos criados até aqui. Contando com diálogos e seguindo por alguns capítulos. espero que gostem deste conto... Agora sem mais delongas - Conto Águia Branca #01 O Jantar Luminárias sobre as mesas eram os únicos pontos de luz do restaurante Admores, localizado na região sudeste do litoral, construído sobre as montanhas era ponto turístico por sua vista ao mar, o local estava cheio, todos vestindo trajes galantes proporcionavam um ambiente romântico ao lugar. Mark, um oficial recém promovido à gente particular do presidente teria feito reserva a cerca de oito meses no local tão disputado a uma mesa para dois ,frente ao mar. Gastou economias de dois anos para este jantar junto a amada Line, ele a conheceu em enquanto fazia uma caminhada noturna próximo à sua casa. - Finalmente chegamos querida. diz mark a Line. - Que lugar lindo mon amour. diz Line enquanto olha para o local ...
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